Boa Vista - Passada a perplexidade, não com a desregulamentação, que pouco afeta a vida de quem já atua na área, mas com a falta de tino do STF sobre critérios para exercer a profissão, resta sacudir a poeira, pegar os limões que a vida oferece e pensar numa agenda positiva.
A probabilidade de gente de outras áreas ingressar no jornalismo é grande, mas com a desvantagem de ignorar ações mais complexas que elaborar um texto ou fazer uma passagem diante da câmera.
Outro detalhe: a miríade de funcionários públicos, donas de casa e patricinhas exibicionistas que buscam o curso para aumentar o salário, imitar Ana Maria Braga e entrevistar "selebridades" vai ser reduzida. Assim, poderão começar seu próprio programa em estúdio caseiro e não incomodarão aos professores perguntando o que é Unesco.
Quem é competente continuará no mercado, com ou sem curso de jornalismo. Empresas sérias continuarão a ser empresas sérias. As outras são as outras e só.
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2 comments:
um final musical para um texto que fala de uma bela ópera bufa.
Pois eu achei um ´texto dos mais pertinentes... Principalmente a parte do pouco vai mudar no mundo real...Quem está no curso precisa buscar conhecimento, especialização e não apenas o diploma.
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