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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Feedback post for two died friends


Murilo Souza comandou o Rock do Finado por duas edições na Pizzaria Ícaro's, que fundou depois que saímos do Jornal Última Hora, onde trabalhamos com Sylvio de Carvalho, Zuleida Viana, Flávio Rabello, Marcelo Bussachi, Alfredo Maia e escrevíamos ouvindo rock em nossos gravadores cassete sincronizados. Tocaram por ali Odely Sampaio, Mário Wander, Elton Russo e outros caras importantes para a cena rock local. Mário morreu. Sylvio também. Há uma semana, Murilo deixou de ouvir hard rock, ele que há mil anos me apresentou Deep Purple e aquele disco do Jon Lord com um elefante de tromba amarrada que ele quis me dar mas, não sei porque, recusei. Recentemente baixei o disco (Before I forget) e voltei a ouvir por vezes seguidas a interpretação de Elmer Gantry de Where are you. Ia dar uma cópia para o Murilo, mas não houve tempo.

Zequinha Neto 1960-2011
A morte de Zequinha Neto deixa o jornalismo de Roraima um pouco pior. Também deixa a Universidade Federal de Roraima menos combativa, ele que em suas últimas publicações defendia a renovação do pensamento acadêmico na UFRR. Zequinha era uma baliza ética e profissional que irritava, sim. Aos incompetentes, aos desqualificados. Defensor da formação superior para o jornalista, Zequinha desprezava o jabá, os erros de português e de informação, a diagramação tosca, o fotojornalismo e o telejornalismo amador e a empáfia dos que usam os meios de comunicação para a auto-promoção e ataques pessoais.

Guerra fria