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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Assassinos

Boa Vista - Crianças palestinas continuam a ser mortas e mutiladas na Faixa de Gaza. Enquanto os israelenses usam métodos assassinos e anti-éticos, palestinos radicais provocam os malucos sem medir as conseqüências. Acreditar em mártires é uma das maiores tolices históricas. A propósito, boicote qualquer produto israelense.

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

Da guerra e males duradouros

Belo Horizonte - Não dá mais pra disfarçar. Algo muito grave acontece no norte da África. E não se trata de mero alarmismo. Israel ocupa o Líbano em ato calculado de expansionismo (apoiado pelo Império Americano), realizado logo após a saída das tropas sírias. Se a invasão do Líbano unir os estados árabes contra o enclave israelense, teremos uma guerra de grandes proporções no Oriente Médio.

Dona ONU, que se preocupa muito com causas humanitárias, fez um protesto formal contra um míssil jogado no mar pela Coréia do Norte. Um simples míssil. Mas nenhuma menção à destruição da infra-estrutura e dos habitantes do Líbano. Até quando os mansos Irã, Egito, Líbia e Síria suportarão o massacre?

sábado, 15 de julho de 2006

Estado de terror

Belo Horizonte - Absolutamente condenável o massacre que Israel promove na Palestina. A matança de inocentes e a destruição de universidades e hospitais (terrorismo de Estado) não ressuscita os mortos em atentados. Destruir a infraestrutura dos territórios palestinos não garante a segurança dos soldados israelenses seqüestrados. Violência gera violência.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2005

Carta ao Ansar Alsunnah

Divinópolis - Caros membros da resistência iraquiana, não confundam as coisas: o Brasil não apoiou a invasão norte-americana ao Iraque. Não mandou soldados vigiar os poços de petróleo que lhe pertencem por direito. O Brasil não mata civis desde a Guerra do Paraguai. O Brasil não anexa territórios desde a Bolívia. Qualquer aspirante a terrorista detém mais conhecimento histórico que o presidente dos Estados Unidos. Em matéria de violência inexplicada, no entanto, vocês se parecem.

Não se igualem a déspostas não-esclarecidos. Libertem o brasileiro João Vasconcelos. Não somos como Japão, Coréia do Sul, Dinamarca e outros parceiros da coalizão anglo-americana, dispostos a sacrificar até o último dos seus filhos em apoio a Bush. O Brasil é (ou tenta ser) diferente. Aqui construímos uma nação multi-étnica que é exemplo mundial de tolerância. Por aqui convivem em relativa paz judeus, árabes, católicos, pentecostais, corintianos e palmeirenses. Ainda devemos maior respeito aos índios, mas com paciência vamos conseguir.

Libertem João Vasconcelos, que a nada lhes serve e tentem donos de empresas petrolíferas. Quem sabe um Chenney ou um Runsfeld? Desejo-lhes sorte e sabedoria para melhor escolher o alvo de sua compreensível revolta.

PS: O texto acima pode ser traduzido para o árabe, livres os direitos autorais.

quarta-feira, 28 de agosto de 2002

Orwellianas

O ministro do interior de Israel está sendo acusado de manter uma lista negra com nomes de cidadãos israelenses. T.T., uma etíope que vive no país há 15 anos tentou renovar o passaporte e não conseguiu visto por mais de um ano. Entrou com ação judicial mostrando a ilegalidade e detonou o esquema de controle branco sobre estrangeiros em Israel.

“As grandes descobertas ocorrem quando subitamente o possível encontra o desesperadamente necessário.” (Thomas Friedman - New York Times...