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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Este blogue está há 16 anos em atividade. Desde que o Google comprou o Blogger, abandonou um projeto genuíno com uma interface péssima. Eliminou os gadgets livres que faziam contagem e a geografia do e-pístolas, que já foi acessado em mais de 100 países. Facebook, com sua abrangência e facilidade de publicar tornou esta plataforma obsoleta. Pedra que não rola, cria limo. 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Magic Buzz

Chama-se Buzz o novo produto de uma companhia que já guarda para si as informações pessoais de 17 por cento dos internautas. Os algoritmos do Google estão preparados para acabar com sua privacidade. Pretende se alimentar das informações de plataformas concorrentes e virar a maior rede social. Sua estrutura permite blogging, chat, compartilhamento e integração com produtos da casa. As contas no Gmail, Blogger, etc passam a ser adminstradas a partir de um perfil comum. A partir de agora, você se chama assim:  www.google.com/profiles/voce.

quarta-feira, 2 de julho de 2003

Google e Deus

São Paulo -  O colunista do New York Times, Thomas L. Friedman, compara o Google a Deus. Sim, o Todo-poderoso. Fascinado com a central de controle do Google (quem não gostaria de entrar lá?), Friedman deifica o rastreador de conteúdos.

Com mais de 200 milhões de buscas diárias em 89 línguas, a ferramenta de busca atende a quase todas as preces. Num futuro próximo, quando a internet sem fio estiver suficientemente popularizada, o fascínio pelo óraculo eletrônico deve aumentar. Não à toa os independentes do Google Watch classificam o buscador de instrumento do mal. O que tem certo sentido.

terça-feira, 10 de setembro de 2002

Censura na China

São Paulo - O Google foi censurado na China. Quem digita o endereço está sendo redirecionado para uma série de buscadores chineses, todos de conteúdo, como se sabe, limitado. Os caras nunca ouviram falar em liberdade como prerrogativa básica para a existência do ciberespaço.

“As grandes descobertas ocorrem quando subitamente o possível encontra o desesperadamente necessário.” (Thomas Friedman - New York Times...